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APAGARAM A LUZ DO FIM DO TÚNEL? OU: O AEDES VAI ANDAR DE METRÔ?

Há tempos, li um artigo trazendo a afirmação de um cientista que dizia que, caso pedissem ao marciano invasor para descrever os terráqueos, estes seriam baixos, teriam esqueleto externo e 3 pares de pernas articuladas, ou seja, seriam insetos, pois a população deles é muitas vezes maior do que a humana e está presente em praticamente todo o planeta. Imagino que esse discurso, além de incomodar homens e mulheres, também deve ter “abalado as estruturas” do leão que, atualmente, perdeu o posto de rei dos animais para o Aedes Aegypti, já que eles vêm dominando a vida selvagem, urbana, a inquietação das pessoas e a pesquisa científica!

O Aedes é bastante popular na comunidade dos vírus, formando dobradinhas tão surpreendentes que têm deixado de cabelo em pé até gente careca! Depois da dengue, da chikungunya e da zika, outra doença começa a ser associada a ele.

Por mais que se tomem precauções para evitar a proliferação do inseto, a situação foge das nossas mãos. Agora, nosso bairro, que já sofria com a ameaça das praças mal cuidadas e do cemitério do Araçá entregue à própria sorte, vai ter que conviver - sabe-se lá por quanto tempo - com os imóveis desapropriados, semidemolidos que ficarão à espera da retomada das obras da Linha dos Estudantes do metrô. Mais do que o desperdício do dinheiro público, da agressão à paisagem, da possibilidade de dar abrigo a marginais, causa-nos preocupação a existência de maternidades destas doenças!

A responsabilidade pela contaminação/combate, aqui no Pacaembu, está nas mãos das autoridades. Quanto a nós, “meros” cidadãos, vamos nos adaptando tanto com o caos no trânsito quanto com os tapumes pichados enquanto nos banhamos em repelentes.

Fica a dúvida: será que o metrô vai dar carona ao famoso mosquitinho ou vai ser acesa a luz do túnel?

Cláudia Sodré