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Aplaudido roteirista que é nosso vizinho

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Era uma vez um menino e uma menina

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Contexto:ESPAÇO DO MORADOR - Modalidade:NOSSO VIZINHO - Area: - Evento:


legendaFoto:
Modalidade: NOSSO VIZINHO
Contexto: ESPAÇO DO MORADOR
Evento:

04/11/2013

Ttulo: Aplaudido roteirista que é nosso vizinho

Manchete:

Resumo:



legendaFoto: Jeronymo G. Bandeira de Mello
Modalidade: NOSSO VIZINHO
Contexto: ESPAÇO DO MORADOR
Evento:

03/08/2011

Ttulo: Era uma vez um menino e uma menina

Manchete:

Resumo:


Sylvia Demetresco

Sylvia Demetresco

Sylvia Demetresco


Você pode não conhecer Sylvia Demetresco, mas certamente já apreciou muitas de suas obras! Vitrinista internacional, hoje vive na ponte-aérea Pacaembu-Paris. Editora da revista INSPIRATION (Suíça), é autora de livros sobre vitrinas e do guia PARIS CONFIDENCIAL, lançado em 2009.

Animada, conta as memória da infância vivida na rua Itaperuna. Os vizinhos eram companheiros constantes: Bia, João, Pedro e Kiko Farkas, Edgar e Marcos Kocher, além dos irmãos Vaz Guimarães - Luly ainda é a melhor amiga. As famílias, muitas de origem suíça como a dela, tinham muitos filhos “Só eu é que tinha uma irmã só...”

De manhã, a turma - uns 15 - fazia bike trekking nas matas, ocupadas depois pelo Pão de Açúcar, ou visitavam o Cemitério do Araçá, sem muros. “Cada um com uma bike mais legal que a outra!” À tarde, voltavam a pé da escola, “em bando e cada um parava na sua casa.” Ela era das últimas a chegar.

“O bairro é minha história, pois me lembro dele com ruas de terra.” Casada, foi morar na Ilhéus, sem calçamento, e passeava com os 4 filhos pela Av. Sumaré “sem avenida, com riacho, cheio de chácaras onde íamos comprar flores das portuguesas. Ou subíamos no alto do morro para ver os tratores fazerem o metrô, a ponte de hoje... Na minha infância, ali era ponto final de bonde e de carrocinhas de lixo com seus burrinhos”.

“Fui criada com toda liberdade, assistindo a jogos no Estádio, nadando e jogando tênis lá... Durante os jogos Panamericanos, fui recepcionista! Meus filhos também circularam livres pelo bairro e pela famosa feira de terça-feira onde éramos clientes desde a época da minha mãe, em várias barracas que não existem mais hoje”.

Uma vitrina do Pacaembu teria “muitas árvores e entre elas apareceria a fachada do estádio e bandeiras de times de futebol! No caso de uma vitrina sensorial, colocaria o som do barulho da cidade ao longe e o canto do sábia por cima, como fundo musical. Para dar mais vida, um pequeno vídeo com situações alegres das pessoas do bairro”.

Entrevista de: Claudia Sodré