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22/12/2015

Ttulo: Lei de zoneamento: comissão aprova substitutivo e projeto segue para o plenário

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07/12/2015

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Ilhas de calor versus zer

A importância das ilhas de calor para o ecossistema da cidade

O fenômeno Ilha de calor ocorre quando há uma grande variação de temperatura de um lugar para outro da mesma cidade. Vegetação, poluição, ventilação, insolação, volume das edificações e trânsito são alguns dos agentes da paisagem urbana que contribuem para esse fato.

Na capital paulistana, essas variações podem chegar até 10ºC entre o centro expandido e diferentes bairros. As ilhas de calor são demonstradas no mapeamento realizado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, com o apoio do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP).

Durante a década de 40, São Paulo teve um crescimento desordenado que, somado à falta de uma política ambiental, levou à redução drástica da vegetação paulistana. Atualmente restam 870 quilômetros quadrados de sítio urbano, dos quais só 2,9% correspondem a áreas verdes públicas. Note-se que a Organização Mundial da Saúde (OMS) fala em 12 metros quadrados por habitante e nós possuímos apenas 4,24 metros quadrados por habitante!

É possível interromper o processo de degradação que leva à formação das ilhas de calor, planejando o crescimento da capital de modo a acomodar moradores e vegetação. Para tal, é vital preservar as ZERs (Zonas Estritamente Residenciais), pois são pulmões da cidade de São Paulo! Aumentar e manter livres de ocupação as áreas permeáveis e praças, além de adotar um tipo de calçamento permeável, estudar as correntes de ar paulistanas, incentivar ajardinamentos e telhados verdes são algumas das inúmeras soluções que podem melhorar o clima da nossa metrópole.

M. Amélia Perrone

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  • Densidade demográfica e ilhas de calor

    Densidade demográfica e ilhas de calor