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Plano de bairro desenvolvido pela Viva Pacaembu e seus moradores, no ano de 2004

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Contexto:NOTÍCIAS - Modalidade:2014 - Area: - Evento:


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Modalidade: 2014
Contexto: NOTÍCIAS
Evento:

26/08/2014

Ttulo: Plano de bairro desenvolvido pela Viva Pacaembu e seus moradores, no ano de 2004

Manchete:

Resumo:


Fornecendo DNA para clone

Outro dia, liguei para um laboratório para saber onde encontrar determinado medicamento. Após ouvir aquela musiquinha enervante, veio, objetiva, a impassível atendente:

- Nome completo? Endereço? CPF?

Eu, do lado de cá, respondi a primeira pergunta, a segunda... Aí, acendeu uma luz vermelha no meu cérebro, e comecei a falar:

- Bom dia. Desculpe, mas qual é o seu nome?

- Josi.

- Bom dia, Josi. Eu só necessito saber onde encontrar o medicamento X. Você poderia, por favor, me indicar uma rede de farmácias da capital que tenha?

- CPF? RG?

- Josi, é só essa a informação que eu quero. Talvez, do que você precise é do CRM do médico...

- CPF? RG?

- Josi, qual é o seu nome todo?

- Josi! Sem todos os seus dados, não passo nada. Preciso do seu cadastro completo.

Agradeci, desliguei e recomecei a procura pelo remédio. Logo, comecei a lembrar de todas as outras situações Kafkanianas em que, sem titubearmos, passamos todos os Dados Nossos Atualizados (DNA) a desconhecidos que deles fazem o uso que querem! Seja na loja para fazer uma troca ou comprar um simples perfume, seja no site para pesquisar alguma novidade, escancaramos a nossa vida... Em tempos de 1984 de George Orwell, esses dados são vendidos e revendidos por verdadeiras fortunas e, aí, só nos resta reclamar da montanha de spans, de ‘torpedos’ e de ligações que recebemos oferecendo as coisas mais bizarras, vendendo a alma e o paraíso e nos jogando no aborrecimento/inconveniente infernal.

E o clone do título? Pois é, agora mesmo mais uma pessoa próxima acabou de contratar um advogado para abrir um processo a fim de provar que não é ela quem vai passar o resto da vida dando voltas pelo mundo, conhecendo os lugares mais incríveis! Clonaram o seu DNA e exigem que pague as passagens, porém não querem deixar que ela embarque... Cuidado! Só situações específicas é que requerem tal identificação.

Cláudia Sodré