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Era uma vez um menino e uma menina

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Contexto:ESPAÇO DO MORADOR - Modalidade:NOSSO VIZINHO - Area: - Evento:


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Modalidade: NOSSO VIZINHO
Contexto: ESPAÇO DO MORADOR
Evento:

04/11/2013

Ttulo: Aplaudido roteirista que é nosso vizinho

Manchete:

Resumo:



legendaFoto: Jeronymo G. Bandeira de Mello
Modalidade: NOSSO VIZINHO
Contexto: ESPAÇO DO MORADOR
Evento:

03/08/2011

Ttulo: Era uma vez um menino e uma menina

Manchete:

Resumo:


A arquiteta Ana Luíza

A arquiteta Ana Luíza

A jovem Ana Luíza volta para o bairro

A arquiteta Ana Luíza deu nova vida a uma casa dos anos 50, onde tem destaque especial o piano em que põe em prática o outro lado artístico de sua personalidade.



Ana Luíza de Almeida Prado Sawaia voltou para cá há pouco mais de um ano. Foi criada na casa onde conviviam quatro gerações. Com a bisavó, aprendeu as tradições familiares; com a avó, passeava pelo bairro em direção à feira na frente do estádio para comprar roupinhas de boneca, enquanto apurava seu senso estético observando a paisagem. Por isso, foi quase imediata a opção pela arquitetura. Quase, porque havia dúvidas, já que cresceu respirando música e cedo aprendeu a tocar piano - seu pai era compositor, professor de música e aquarelista; sua mãe, pianista; a irmã tornou-se violinista.

Quando se casou, morou num apartamento. Logo os filhos chegaram e o casal decidiu mudar para um espaço maior. Na busca pelo apartamento novo, Ana Luíza se deparou com uma casa no Pacaembu, construída nos anos 50 que era o ideal: estariam perto do trabalho, dos familiares, com acesso rápido a qualquer canto e cercados de verde. 

A arquiteta percebeu o potencial do imóvel e foi à luta. Procurou as plantas originais na Prefeitura e recuperou a estrutura; abriu alguns espaços internos para dar mais claridade e restaurou ferragens, portas, e tudo o que foi possível. Substituiu o cimentado por um jardim que combinou com as árvores frondosas que lá havia. O lema foi: respeitar, reciclar e produzir pouco entulho. Um pouco de cor aqui, uma boa ideia ali e a casa, repaginada, ganhou inclusive as páginas de revista. 

- O uso da sala de jantar mudou; hoje, é usada por todos. Também, o espaço é multiuso, pois parte do trabalho pode ser feita em casa. Agora, a cozinha é um grande centro de encontro, de convivência, de aproximação e acaba virando uma outra sala; até os amigos gostam de participar da preparação da comida...”

Logo na entrada fica o piano - presente surpresa do marido - comprado da D. Paulita: essa vizinha e a mãe de Ana passavam tardes tocando a quatro mãos, um instrumento em frente ao outro, sob o olhar das filhas.

Ela comenta que “o estádio é uma aula de arquitetura, pois foi aproveitado o relevo para assentar as arquibancadas. Veja o contraste com o Anhangabaú onde, no fundo do vale, foi construído um túnel, um absurdo!”

A visão da profissional se mescla com as lembranças da infância e reforçam a vontade de criar os filhos no Pacaembu. Sejam bem vindos.


Cláudia Sodré

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  • A arquiteta Ana Luíza

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